Método
O que é um teste de penetração
O que é um pentest de verdade: exploração autorizada, PoC reproduzível e gate humano. Quando não contratar a Rekon.
Um teste de penetração não é um inventário de CVEs. É um ataque autorizado: alguém tenta entrar, encadeia o que encontra e demonstra até onde chega. O que fica é um relatório que o seu time reproduz. Um pentest pode não encontrar um caminho explorável. Sua qualidade depende do escopo, das provas e da evidência, não de forçar uma exploração.
Perguntas diretas
Em que um pentest difere de um scanner?
- O scanner lista fraquezas conhecidas. O pentest responde o que um atacante consegue fazer com o que encontrou: explora sob autorização, encadeia achados e documenta o caminho. A validação pode ser limitada por segurança; o relatório deve explicar o que foi demonstrado e o que ficou sem teste.
Quem autoriza cada ação intrusiva?
- Uma pessoa. Agentes propõem caminhos e aceleram o reconhecimento; não assinam e não disparam exploração sozinhos. Cada ação intrusiva passa por um gate humano registrado. O relatório é assinado por quem supervisionou.
Quando NÃO contratar a Rekon?
- Se você precisa do timbre de uma Big Four, não somos o fornecedor. Se o que quer é um PDF de scanner, tampouco. Se ninguém do seu lado vai remediar, o relatório vira documento de ansiedade. Se a continuidade é crítica, acordamos ambiente, janelas, limites e critérios de parada; não garantimos risco zero. E se precisa de prazo publicado na web, não vamos colocar: a janela se fixa no contrato.
É o momento de testar portas?
Conte o que precisa validar. Respondemos com escopo proposto, não com brochure.